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11 de setembro de 2016

Paulista terá novo protesto contra governo Temer neste domingo (11)


CUT - Hoje, a partir das 14h, a Avenida Paulista será palco de mais uma manifestação contra o governo ilegítimo de Michel Temer. As frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, que reúnem entidades como CUT, MTST, CMP, e MST, organizam novo protesto no domingo (11) pelo Fora Temer, Nenhum Direito a Menos e Diretas Já.

A atividade iniciará no Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Av. Paulista, 1578. No último domingo, os movimentos reuniram 100 mil pessoas nas ruas da capital. Logo após o encerramento do ato, a Polícia Militar (PM) atirou bombas e jatos de água nos manifestantes, em uma semana marcada por violência e repressão do governo de São Paulo.

Nesta semana, o governo federal sinalizou com mais um pacote de maldades, desta vez com mudanças profundas nos direitos trabalhistas, situação que jamais será tolerada pelos movimentos, afirma o presidente da CUT São Paulo, Douglas Izzo. "Antes do golpe, nossa prioridade era ampliar direitos, agora, nossa obrigação é estar nas ruas para não perder o que muitos deram a vida para conquistar. E pode acreditar que golpista não terá um só dia de sossego enquanto tivermos um governo que não foi eleito pelo povo", conclui o dirigente.


Rede Brasil Atual -  Concentração do "Ocupe a Paulista, Fora, Temer, Diretas Já" será a partir das 14h, no vão livre do Masp. No mesmo horário, mulheres iniciam marcha no número 900 da mesma avenida.

As frentes Brasil Popular e Povo sem Medo realizam o ato "Ocupe a Paulista, Fora, Temer, Diretas Já" contra o governo de Michel Temer, hoje (11), a partir das 14h, na Avenida Paulista, com concentração no vão livre do Masp. No mesmo horário, em frente à TV Gazeta, no número 900 da Paulista, será realizado o ato "Mulheres sem Temer".
"São tempos difíceis de um governo golpista, machista e conservador, que quer retirar os direitos de toda população. De uma política falida, feita pelas mesmas velhas figuras conservadoras e machistas. Mas são tempos de muita luta", protestam as mulheres.
No último domingo (4), mais de 100 mil pessoas estiveram na Avenida Paulista com o mesmo objetivo. O ato foi duramente reprimido pela Polícia Militar quando chegava ao final, no Largo da Batata, na zona oeste. O mesmo ocorreu na cidade de São Paulo no dia 31 de agosto, na manifestação contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff.
Já na manifestação de quinta-feira (8), quando o objetivo era realizar um ato em frente à casa do presidente, no Alto de Pinheiros, apesar da tensão, por conta do forte aparato policial, não houve violência policial.
Na véspera, feriado de 7 de setembro, o Grito dos Excluídos reuniu milhares de pessoas protestando contra o governo Temer em todo o país.

Neste domingo, um dos fatores que motivam o protesto é a proposta que vai sendo revelada aos poucos pelo governo federal de avançar sobre os direitos trabalhistas, com liberação do aumento da jornada de trabalho para até 12 horas semanais, um "pacote de maldades", segundo as frentes populares.
"Antes do golpe, nossa prioridade era ampliar direitos, agora, nossa obrigação é estar nas ruas para não perder o que muitos deram a vida para conquistar. E pode acreditar que golpista não terá um só dia de sossego enquanto tivermos um governo que não foi eleito pelo povo", disse o presidente da CUT São Paulo, Douglas Izzo.
Compõem as frentes que estão à frente dos protestos entidades como a CUT, Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e Central de Movimentos Populares (CMP).
Diariamente vários atos estão sendo realizados em todo o país. A programação de atos por todo o país podem ser consultadas em página criada no Facebook (https://www.facebook.com/eventosforatemer).
Ontem, foi o dia das mães levarem seus filhos à Avenida Paulista. "Mães pelo Fora Temer" é um movimento que também ganha corpo contra o governo federal e suas medidas.

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