Democratização da Comunicação, Reformas de Base e Direitos Humanos

13 de novembro de 2015

Estudantes fazem passeata em Brasília em defesa do mandato de Dilma

Os manifestantes afirmam ser contra o impeachment da presidenta Dilma e pedem pela saída de Eduardo Cunha da Presidência da Câmara dos Deputados

Cerca de quatro mil estudantes e movimentos sociais realizam, na manhã desta sexta (13), uma manifestação em defesa da democracia, contra o impeachment da presidenta Dilma e pela saída de Eduardo Cunha da Presidência da Câmara dos Deputados. A ação é o ponto alto do 41º Congresso da UBES (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas), que começou nessa quinta (12) e vai até o próximo domingo (15). A passeata teve início no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade e está prevista para passar pela Esplanada dos Ministérios e encerrar no Congresso Nacional.

A manifestação reúne também integrantes da Frente Brasil Popular."Essa passeata é contra o golpe e contra a retirada de direitos da população. Além do pedido de afastamento do deputado Eduardo Cunha da Presidência da Câmara. Acreditamos que uma pessoa com histórico de corrupção como o dele não deve continuar à frente da Câmara", disse a presidente da UBES, Bárbara Melo.

Segundo Bábara, O protesto tem o apoio da União Nacional dos Estudantes (UNE), da União dos Estudantes Secundaristas do Distrito Federal (UESDF) e da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG). Outros movimentos de trabalhadores, como os sem-terra e organizações de defesa das mulheres, negros e LGBT que integram a Frente Brasil Popular.


A Polícia Militar do Distrito Federal prendeu, no acampamento em frente ao Congresso Nacional, um manifestante pró-impeachment da Presidente Dilma Rousseff portando um verdadeiro arsenal de guerra ameaçando simpatizantes do Governo. Na abordagem, os policiais encontraram uma pistola calibre .380, 12 cápsulas de spray de pimenta, 16 furadores de coco, 1 canivete adaptado em um instrumento conhecido como soco inglês e um porrete de madeira escondidos dentro do veículo do manifestante.
A confusão começou quando o manifestante pró-impeachment discutiu com simpatizantes do Governo e prestou queixa de ameaça. Ouvidos, os simpatizantes informaram um outra versão na qual o cidadão favorável à derrubada da Presidenta é que teria feito ameaças, inclusive utilizando-se da pistola .380.

A Polícia Militar abordou o veículo do manifestante e encontrou o arsenal. Encaminhado à 5a. DP, o manifestante foi identificado. Trata-se de um sargento reformado da PM do Distrito Federal que não possui permissão para o porte de arma de fogo. O cidadão foi enquadrado e responderá a processo por porte ilegal de arma.
Com informações de Jornal de Brasília e Coletivo Che

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